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sábado, 14 de dezembro de 2013
O Meu Amor em Mim
Leio as poesias que o meu estado de amor compreende,
Não posso querer mais, nem quero querer menos
Sinto as poesias que o meu amor pode entender
Valorizo o meu amor pelo que há nelas
Leio-as em voz alta, mas não as leio para você.
Antes, leio-as para mim mesmo, para o amor que está em mim
A você, sou grato por resgatar em mim esse amor
Mas, entenda a impossibilidade da doação.
Esse amor está em mim
Partilhamos dele juntos, vivemos o amor,
mas não posso fazê-lo seu.
Esse amor está em mim.
Se nos separarmos não morre o amor,
morre sua manifestação.
Mas ele voltará à mim
trazido por um outro alguém.
E será o mesmo amor
A mesma alegria, a mesma entrega
A um outro alguém, é certo,
mas, sempre, o mesmo amor que está em mim.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
Semear versos
Às vezes falta a pena,
às vezes falta a voz.
Às vezes é o sentimento,
quase nunca é estar só.
Ora é a emoção que falta,
outras vezes é a razão.
Nunca é a vontade da escrita,
nunca é a ausência da paixão.
Escrever é mais que letras
digitadas ou feitas à mão.
Escrever é por sentido
no rumo que vai a emoção.
às vezes falta a voz.
Às vezes é o sentimento,
quase nunca é estar só.
Ora é a emoção que falta,
outras vezes é a razão.
Nunca é a vontade da escrita,
nunca é a ausência da paixão.
Escrever é mais que letras
digitadas ou feitas à mão.
Escrever é por sentido
no rumo que vai a emoção.
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Idas e Vindas
Nem sempre a dieta é conseguida,
Nem sempre o corpo é só sadio.
Nem sempre a cura é obtida.
Nem sempre o eu é percebido.
Nem sempre a calma é comedida,
Nem sempre a fúria é entendida.
Nem sempre a dor é consequência,
Nem sempre o mal é proseguido.
Nem sempre a razão é prometida,
Nem sempre o luto é merecido.
Nem sempre a sombra provêm da luz,
Nem sempre a luz explica o mundo.
Nem sempre o mundo se justifica,
Nem sempre o amor se glorifica.
Nem sempre estamos em sintonia,
que dera um dia ... quem dera um dia...
Nem sempre o corpo é só sadio.
Nem sempre a cura é obtida.
Nem sempre o eu é percebido.
Nem sempre a calma é comedida,
Nem sempre a fúria é entendida.
Nem sempre a dor é consequência,
Nem sempre o mal é proseguido.
Nem sempre a razão é prometida,
Nem sempre o luto é merecido.
Nem sempre a sombra provêm da luz,
Nem sempre a luz explica o mundo.
Nem sempre o mundo se justifica,
Nem sempre o amor se glorifica.
Nem sempre estamos em sintonia,
que dera um dia ... quem dera um dia...
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segunda-feira, 2 de março de 2009
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