O amor não pede muito.
Sinceridade apenas.
Com sinceridade, tudo o mais se viabiliza,
ou se extingue.
Lealdade, fidelidade, comprometimento?
São questões importantes, mas são naturais
em relacionamentos sinceros.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Hoje também faz parte da Eternidade
"perdi-me
e no espaço breve
de um instante
não maior do que um minuto
encontrei tudo o que procurava
e nunca tinha encontrado
tudo o que tinha perdido
sem o saber
e os anos longos
ficam reduzidos
a um instante de felicidade
no momento em que toquei os teus lábios
úmidos de desejo"
Atit Ordep
e no espaço breve
de um instante
não maior do que um minuto
encontrei tudo o que procurava
e nunca tinha encontrado
tudo o que tinha perdido
sem o saber
e os anos longos
ficam reduzidos
a um instante de felicidade
no momento em que toquei os teus lábios
úmidos de desejo"
Atit Ordep
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Hoje é 24,
Te amo
sábado, 27 de junho de 2009
Amor Maduro 2
"O amor maduro é a valorização do melhor do outro.
É a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu, mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não percebe, recebe.
Não exige, oferece.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão.
Basta-se com o todo do pouco. Não precisa e nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e por isso mesmo é incompleto.
Pleno em cada ninharia, por ele transformada em paraíso.
É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança.
É o sol de outono: nítido, mas doce.
Luminoso, sem ofuscar.
Suave, mas definido.
Discreto, mas certo."
Artur da Távola
É a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu, mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não percebe, recebe.
Não exige, oferece.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão.
Basta-se com o todo do pouco. Não precisa e nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e por isso mesmo é incompleto.
Pleno em cada ninharia, por ele transformada em paraíso.
É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança.
É o sol de outono: nítido, mas doce.
Luminoso, sem ofuscar.
Suave, mas definido.
Discreto, mas certo."
Artur da Távola
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sexta-feira, 26 de junho de 2009
Amor Maduro
Ele é apenas silencioso. Não é menor em extensão.
É mais definido colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: Presenteia com a verdade do sentimento.
Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes..."
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