Todos nós evoluímos.
Trocamos de pele como as cobras e as árvores.
As vezes a evolução provêm do tempo.
Crescemos, amadurecemos, evoluímos.
As vezes a evolução vem de momentos ou situações que vivemos.
Esta evolução é um rompimento, uma explosão.
A negação do eu antigo, do eu velho, para surgir o novo.
O processo de evoluir é o mesmo processo de resignificar-se.
Então não envelhecemos, apenas resignificamos.
Se crescemos em atitudes, maturidade e espiritualidade
estamos saindo do velho para o novo. Estamos rejuvenescendo.
Quando nos resignificamos, estamos mais leves, mais sutís.
Estamos mais próximos do Divino, do Sagrado.
Somos como que o Benjamin Button.
Talvez não com o corpo, mas seguramente, com a alma, com o espirito.
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